Portugal precisa de uma ruptura clara com o politicamente correto e com os candidatos do sistema. O país está preso há décadas a uma lógica política que se limita a gerir o presente e a justificar o passado. João Cotrim de Figueiredo é, sem margem para dúvidas, o presidente que Portugal precisa para quebrar esse ciclo.
Ao contrário de muitos, não viveu da política a vida toda. Tem uma vasta experiência profissional real, construída fora dos corredores do poder, conhece o país produtivo e sabe o que é criar valor, tomar decisões difíceis e assumir riscos. Essa diferença é fundamental num país onde demasiados dirigentes políticos passaram diretamente das juventudes partidárias para cargos públicos, sem contacto real com a economia, com as empresas, ou com quem trabalha e produz.
Cotrim de Figueiredo tem pensamento livre, visão estratégica e capacidade para antecipar desafios. Conhece profundamente as políticas internacionais, a dinâmica geopolítica, a economia global e o lugar que Portugal deve ocupar num mundo cada vez mais competitivo, tecnológico e exigente. Não governa nem pensa para o próximo ciclo eleitoral, mas para o médio e longo prazo.
É um candidato sem amarras políticas, sem dependências de aparelhos partidários e sem compromissos com interesses instalados. Não se esconde atrás do politicamente correto nem de discursos vazios: procura respostas, dá respostas e enfrenta os problemas estruturais do país de forma frontal, mesmo quando isso incomoda. Portugal precisa de líderes que digam a verdade e que não fujam aos debates difíceis.
Defende um país onde trabalhar tem de compensar, onde o mérito e o esforço são valorizados, onde quem arrisca cria, investe, e não é penalizado sistematicamente. Um país onde o Estado serve as pessoas e a economia real, em vez de servir a máquina política, a burocracia e interesses instalados que travam o crescimento e perpetuam desigualdades.
Por oposição, António José Seguro e Marques Mendes representam a imagem perfeita do sistema político nacional. Estiveram ligados ao aparelho partidário desde sempre — das juventudes partidárias até aos mais altos cargos — e são produto direto desse sistema fechado e avesso à reforma. Essa ligação permanente revela o quão agarrados e viciados estão numa lógica política que se autoalimenta e se protege, mas que falhou em responder aos problemas estruturais do país. Foi esse sistema, liderado e perpetuado por figuras como Seguro e Mendes, que criou o terreno fértil para o crescimento de fenómenos políticos como André Ventura.
Ventura não é a solução: é o resultado direto das políticas falhadas, da estagnação e da incapacidade reformista que marcaram décadas de governação. A sua visão é barulhenta, guerrilheira e contra tudo e todos. Vive do confronto, da polarização e do ruído político, sem capacidade real de construir, agregar ou liderar para além do protesto. O fanatismo, a ausência de bom senso e a falta de capacidade conciliadora tornam-no incapaz de unir o país ou de oferecer uma visão séria, equilibrada e sustentável para o futuro de Portugal.
Neste contexto, o voto útil é decisivo. Votar em Marques Mendes ou em André Ventura é, na prática, facilitar a vitória de António José Seguro. Reconheço seriedade pessoal a Seguro, mas a seriedade não basta. Portugal precisa de ambição, coragem política, visão reformista e assertividade.
Portugal precisa de futuro. E esse futuro não se constrói com mais do mesmo — constrói-se com ruptura, liberdade e liderança. Portugal precisa de João Cotrim de Figueiredo!







































































































